As crianças não têm medo de olhar, vêem as coisas como são.
À medida que vamos crescendo, geralmente, abandonamos nossos sentidos.
Começamos a ver o mundo e a nós mesmos através dos olhos dos outros, das pessoas que nos cercam que nos despertam mais atenção.
Pelo sentido da visão, temos a oportunidade de apreciar ou depreciar tudo que nos cerca, perceber ou ignorar a importância das coisas, dos fatos e das pessoas.
Este sentido nos permite fazer muito de nossas escolhas, estimulamos muitos de nossos desejos, invadimos o mais íntimo dos espaços de um ser para revelar e partilhar nosso próprio ser e sentir.
domingo, 4 de setembro de 2011
SENTIDO DA VISÃO
Ver e não enxergar é comum;
ver e enxergar, é habilidade;
enxergar o que vê é inteligência,
mas enxergar o que não se vê, é privilégio.
ver e enxergar, é habilidade;
enxergar o que vê é inteligência,
mas enxergar o que não se vê, é privilégio.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
SENTIDO DO TATO
É pelo sentido do tato que se estabelece um conhecer que dispensa palavras para revelar.
Todos nós usamos o tato em dois sentidos:
-objetivo, capacidade para captar sensações (liso, crespo, duro, mole, frio, quente, enrugado, etc.);
-subjetivo, habilidade para captar ou transmitir sentimentos (amor, ódio, frieza, calidez, ternura, carinho, dureza, aversão etc.).
Por isso, é quase impossível viver sem sentir, sem perceber, pelo sentido do tato, objetos, pessoas, e situações.
O TOQUE
O toque é o exercício do sentido do tato, é preciso vivenciá-lo com toda a agudeza de nossa percepção. O toque é uma transmissão de energia.
É um instrumento de prazer e de dor, que tanto podemos receber ou transmitir.
Na verdade, o ato de tocar demonstra uma de nossas necessidades. Parece-nos impossível ver objetos, situações e até pessoas que nos despertam emoções, sem tocá-las.
Com o toque, respondemos às emoções que nos provocam. Quando tocamos alguém, é todo o nosso ser que o toca, que se revela que se exprime e atua. Encanta ou desencanta. Acolhe ou afasta. Estimula ou deprime. Pensamento e sentimentos são comunicados através do toque ou do contato.
O sentido mais intimamente associado à pele, o tato, é o primeiro a desenvolver-se no embrião humano.
É interessante perceber os bebês, que ao serem levados no colo, percebem o estado interior da pessoa que os está segurando e reage de acordo com o que sentem.
O tocar é muito mais profundo do que se imaginava, é algo que alem de energia produz reações que podem auxiliar no bem estar e até na harmonização da pessoa.
Todos nós usamos o tato em dois sentidos:
-objetivo, capacidade para captar sensações (liso, crespo, duro, mole, frio, quente, enrugado, etc.);
-subjetivo, habilidade para captar ou transmitir sentimentos (amor, ódio, frieza, calidez, ternura, carinho, dureza, aversão etc.).
Por isso, é quase impossível viver sem sentir, sem perceber, pelo sentido do tato, objetos, pessoas, e situações.
O TOQUE
O toque é o exercício do sentido do tato, é preciso vivenciá-lo com toda a agudeza de nossa percepção. O toque é uma transmissão de energia.
É um instrumento de prazer e de dor, que tanto podemos receber ou transmitir.
Na verdade, o ato de tocar demonstra uma de nossas necessidades. Parece-nos impossível ver objetos, situações e até pessoas que nos despertam emoções, sem tocá-las.
Com o toque, respondemos às emoções que nos provocam. Quando tocamos alguém, é todo o nosso ser que o toca, que se revela que se exprime e atua. Encanta ou desencanta. Acolhe ou afasta. Estimula ou deprime. Pensamento e sentimentos são comunicados através do toque ou do contato.
O sentido mais intimamente associado à pele, o tato, é o primeiro a desenvolver-se no embrião humano.
É interessante perceber os bebês, que ao serem levados no colo, percebem o estado interior da pessoa que os está segurando e reage de acordo com o que sentem.
O tocar é muito mais profundo do que se imaginava, é algo que alem de energia produz reações que podem auxiliar no bem estar e até na harmonização da pessoa.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
O SENTIDO DA AUDIÇÃO
O sentido da audição nos permite ir além do simples “ouvir” para captar, nos diversos e variados sons, imagens, emoções e informações.
Mesmo os que são privados deste sentido buscam formas de substituí-lo.
Permitir-se ouvir os sons é o passo importante para entrar em contato com o mundo no seu todo e com o universo de cada um. É o início para a comunicação, é o receber, acolher o outro e valorizá-lo com nossa atenção.
Pelo sentido da audição identificamos e acolhemos sentimentos alheios, experimentamos sensações, desfrutamos conhecimentos e realidades.
Mas todos nós sabemos que muitos ouvem apenas aquilo que querem ouvir, deixando de fora o que não querem. Ou seja, ouvem, mas não escutam, não captam a mensagem expressada.
As palavras, os sons, os ruídos têm muito a nos dizer. Por meio deles as palavras tomam forma, constroem mundos nunca vistos, recordam lembranças vividas, provocam percepções que mobilizam e revelam sentidos e emoções escondidas, situações presentes, passadas e futuras.
Os sons não pedem licença, entram, invadem nosso ser, penetram nossos espaços. Daí, a importância do sentido da audição ser muito exercitado, apurado, para que possamos escutar mais o mundo, as pessoas e a nós mesmos.
OUVIR X ESCUTAR
Ouvir é um fenômeno fisiológico.
Escutar é um ato psicológico.
Os mecanismos da audição podem ser explicados recorrendo-se à acústica e à fisiologia do ouvido. A escuta depende de um objetivo, que se fundamenta no interesse e no conhecimento prévio do assunto a ser transmitido.
Portanto, podemos ouvir sem escutar. Basta que não prestemos atenção ao que nos estão dizendo.
Ouvir é renunciar!
Mesmo os que são privados deste sentido buscam formas de substituí-lo.
Permitir-se ouvir os sons é o passo importante para entrar em contato com o mundo no seu todo e com o universo de cada um. É o início para a comunicação, é o receber, acolher o outro e valorizá-lo com nossa atenção.
Pelo sentido da audição identificamos e acolhemos sentimentos alheios, experimentamos sensações, desfrutamos conhecimentos e realidades.
Mas todos nós sabemos que muitos ouvem apenas aquilo que querem ouvir, deixando de fora o que não querem. Ou seja, ouvem, mas não escutam, não captam a mensagem expressada.
As palavras, os sons, os ruídos têm muito a nos dizer. Por meio deles as palavras tomam forma, constroem mundos nunca vistos, recordam lembranças vividas, provocam percepções que mobilizam e revelam sentidos e emoções escondidas, situações presentes, passadas e futuras.
Os sons não pedem licença, entram, invadem nosso ser, penetram nossos espaços. Daí, a importância do sentido da audição ser muito exercitado, apurado, para que possamos escutar mais o mundo, as pessoas e a nós mesmos.
OUVIR X ESCUTAR
Ouvir é um fenômeno fisiológico.
Escutar é um ato psicológico.
Os mecanismos da audição podem ser explicados recorrendo-se à acústica e à fisiologia do ouvido. A escuta depende de um objetivo, que se fundamenta no interesse e no conhecimento prévio do assunto a ser transmitido.
Portanto, podemos ouvir sem escutar. Basta que não prestemos atenção ao que nos estão dizendo.
Ouvir é renunciar!
terça-feira, 5 de julho de 2011
CINCO SENTIDOS, CINCO ELEMENTOS E OS CINCO ESTADOS DA MATÉRIA
A CORRESPONDÊNCIA DOS CINCO SENTIDOS, DOS CINCO ELEMENTOS E DOS CINCO ESTADOS DA MATÉRIA:
-SÓLIDO, OLFATIVO, Prithivi-Terra;
-LIQUIDO, GUSTATIVO, Apas-Água;
-RADIANTE, VISÃO, Tejas-Fogo;
-GASOSO,TATIL, Vayu-Ar;
-ETÉRIO, AUDITIVO, akasha-Éter
Eles determinam as cinco densidades da matéria visível e invisível do universo e relacionam-se também a aspectos mentais, psicológicos e emocionais do ser humano.
-SÓLIDO, OLFATIVO, Prithivi-Terra;
-LIQUIDO, GUSTATIVO, Apas-Água;
-RADIANTE, VISÃO, Tejas-Fogo;
-GASOSO,TATIL, Vayu-Ar;
-ETÉRIO, AUDITIVO, akasha-Éter
Eles determinam as cinco densidades da matéria visível e invisível do universo e relacionam-se também a aspectos mentais, psicológicos e emocionais do ser humano.
COMO ESTÃO SENDO USADOS MEUS CINCO SENTIDOS?
QUANDO OLHO E NÃO VEJO,
QUANDO TOCO E NÃO SINTO,
QUANDO FALO E NÃO DIGO,
QUANDO ESCUTO E NÃO OUÇO,
QUANDO DEGUSTO E NÃO SABOREIO
QUANDO TOCO E NÃO SINTO,
QUANDO FALO E NÃO DIGO,
QUANDO ESCUTO E NÃO OUÇO,
QUANDO DEGUSTO E NÃO SABOREIO
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